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25/02/10-Quinta-feira

CASO THAÍS D'ÁVILA - Polícia está a procura da quadrilha acusada de desviar dinheiro da Prefeitura de Ji-Paraná - lista dos foragidos

 

O que pode ser considerado a ponta do iceberg, foi revelado pela Polícia Civil de Ji-Paraná no Caso Thais dos Santos Dávilla. Thais assumiu sozinha ter desviado quase dois milhões de reais da Prefeitura de Ji-Paraná. Na verdade mentiu em depoimento para a Polícia. Já se sabe que ela agia com pelo menos mais quatro pessoas. A Polícia trabalha agora para desmontar toda essa rede de corrupção que envolve alguns servidores e familiares de Thais. Quatro mandados de prisão foram expedidos pela Justiça de Ji-Paraná.

 

Confira os nomes e suas participações:

 

Jorge Keichi Nishimoto – Com esse Thaís mantinha um relacionamento amoroso e tem um filho. (Está com a prisão preventiva decretada e está foragido).

 

Reigis Daniel Alves de Oliveira – Enteado de Jorge Keichi Nishimoto. Na conta deste, era depositado parte do dinheiro desviado por Thais.Este provavelmente é o dono da conta do Banco do Brasil de Jaru. (Está com a prisão preventiva decretada e está foragido).

 

 

Cristian de Paula Menezes – Este é parente de Thais, segundo informações seria seu primo e servidor público do Município, lotado na Secretaria de Saúde de Ji-Paraná. Cristian usava uma conta de terceiro, segundo fontes do Fórum local, com procuração. Conforme informações a última vez que foi visto teria sido na Rodoviária com destino à Porto Velho. Segundo pesquisa em arquivos jornalísticos é enteado de Domenico Laurito que foi Secretário de Estado da Educação, no Governo Raupp, e condenado pela Justiça de Rondônia, no caso do frango ou frango-gate, como foi chamado na época, está foragido. (Cristian seguindo os passos do padrasto também está com a prisão preventiva decretada e está foragido).

 

Daiane Trindade da Silva – Essa era utilizada pela quadrilha para receber dinheiro. Foi namorada de Cristian. (Está com a prisão preventiva decretada e está foragida).

 

Com isso o delegado poderá enquadrá-los no crime de formação de quadrilha e outros crimes, por exemplo, inserção de dados falsos no sistema da Prefeitura de Ji-Paraná.

Fonte: Rondoinforma

 

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