Combate a Dengue e caça ao mosquito
Aedes aegypti transmissor
da Dengue continua
A Divisão de Controle de Endemias da
Secretaria Municipal de Saúde, com base na Lei Municipal N°
861/GP/05 de 05 de outubro de 2005 e Decreto lei N° 6.034/GP/09
de 19 de novembro de 2009. Iniciou na semana passada a limpeza de
terrenos baldios, que esta servindo de deposito de lixo de varias
espécie, transformandos em verdadeiros criadouros para ovoposição
do mosquito transmissor da Dengue. Com a finalidade de dar
continuidade na campanha de combate ao mosquito Aedes aegypti,transmissor
da dengue e Febre Amarela, o serviço de roso para possibilitar a
retirada de material que possa acumular água, o serviço esta
sendo executado e será cobrado do proprietário do imóvel, com
base na lei N° 86/05, da seguinte forma: Imóvel de até 800 metros
quadrados 04 (quatro UPF) que equivale a 160,00 reais, e de 800
metros a 1600 metros quadrados 06 ( seis UPF) que equivale a
240,00 (duzentos e quarenta reais) acima de 1600 metros quadrados
10 ( UPF ) equivalente a 400,00 (quatrocentos Reais), além da taxa
de limpeza, será cobrado dos proprietários desses imóveis, multa
de 1 salário mínimo como prevê o Decreto de Lei N°
6.034/GP/09 de 19 de novembro de 2009, que esta sendo expedido
pela Vigilância Sanitária.
Foto 01 e 02 antes e foto 03 depois
da limpeza.
DENGUE E A JIBÓIA DE 2 METROS
A equipe de Divisão de Controle de Endemias ao constatar grande
quantidade de focos do mosquito da dengue no pátio da garagem
municipal da Secretaria Municipal de Obras, imediatamente executou
nesta sexta-feira (26) pela manhã um grande mutirão de limpeza no
referido pátio, com finalidade de eliminar focos em objetos
removíveis e tratar com larvicida uma grande quantidade de objetos
sucatas que se encontram amontoados, sem condições de removê-los.
Pode-se afirmar que inúmeros criadouros do mosquito foram
eliminados e diversos foram tratados até que os mesmos possam ser
definitivamente removidos e deixarem de ser excelentes criadouros
do mosquito transmissor da dengue. Mas o que chamou a atenção na
operação da limpeza, foi uma cobra JIBOIA que estava
tranquilamente alojada dentro de um velho tanque de combustível, a
qual foi devidamente capturada pelo corpo de bombeiros e levada
para um habitat mais seguro. Eis uma boa razão para se efetuar
limpezas nos terrenos baldios de nossa cidade, pois alem de
oferecerem ambientes favoráveis à proliferação do mosquito da
dengue; caramujos; ratos; escorpiões, e outros insetos nocivos à
saúde humana, pode ainda como vocês podem conferir no vídeo,
alojar uma jiboiazinha e a qualquer momento, pregar um grande
susto no primeiro infeliz que tiver a sorte de tirar o sossego da
mesma.
DENGUE E FOSSAS - Técnicos da
FIOCRUZ confirmaram que o mosquito da dengue também se procria em
água suja
Pesquisadores do Escritório Técnico da FIOCRUZ em Rondônia,
estiveram em Jaru no mês de dezembro passado, e confirmaram o que
os Técnicos da Divisão de Controle de Endemias – DCE em Jaru vem
alertando desde 2001, ou seja: o mosquito Aedes aegypti,
transmissor da Dengue, que antes só criava em água limpa, ou como
diz o ditado “só gostava de sobra e água limpa e fresca”; adotou
de vez o ambiente de fossas negras sanitárias como criadouros
alternativos, isso explica o elevado numero de mosquitos da dengue
na época da ausência das chuvas, quando não existem criadouros
superficiais. Os Técnicos da FIOCRUZ oficiaram essa situação ao
Secretario de Estado da Saúde, como forma de alertar as
autoridades sanitárias para o problema. Em Jaru os Técnicos da
DCE, vem alertando os administradores do município tão logo
detectou essa situação, mesmo assim medidas concretas e
definitivas ainda não foram tomadas. E o que chama a atenção é que
ao longo dos anos, a própria administração municipal vem
contribuindo para que fossas sejam abertas com retroescavadeiras e
os beneficiários não conseguem tampá-las pelo custo do serviço de
confecção da tampa. Com essa situação, torna-se imprescindível que
a fiscalização por parte da administração municipal seja mais
rigorosa com as fossas que estão comprometendo a criação do
mosquito e em especial, adotar regras obrigatórias visando uma
padronização de construção de fossas atendendo o objetivo do
armazenamento de dejetos e principalmente não serem ambientes
geradores do mosquito da dengue, sob pena de vivenciarmos outras
epidemias da doença.
Jaru, 26 fevereiro de 2010
DENGUE – O COMBATE CONTINUA
Após
quatro aplicações do fumacê para conter a epidemia da dengue, a
Secretaria Municipal de Saúde através da Divisão de Controle de
Endemias – DCE, esta neste momento executando ações complementares e
preventivas para o controle da doença, dentre elas: 1) visita
domiciliar para tratamento e eliminação de focos do mosquito, bem como
as orientações de cuidado com o imóvel; 2) catação de objetos nas vias
publicas propícios a serem criadouros do mosquito; 3) limpeza com roço
dos perímetros das calçadas com finalidade de evitar acumulo de lixos;
4) eliminação de criadouros em calhas e orientações aos proprietários
para correção das mesmas para não armazenar água. Mesmo com todas
estas ações, os Técnicos da DCE, alertam que a única forma de evitar a
doença, é a manutenção da limpeza dia-a-dia dos quintais; manter as
fossas sempre vedadas e evitar a presença de água parada perto do
domicilio, sob pena da doença continuar fazendo vítimas em nossa
população.
Jaru, 24 fevereiro de 2010
A DENGUE
ESTA MATANDO
Informe Epidemiológico da Dengue,
editado pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde – AGEVISA/RO, em
15 de janeiro deste ano, informa que de 176 casos graves da doença
ocorrido no estado, ocorreram 15 (quinze) óbitos suspeitos, sendo 0l
(um) em Jaru. Os Técnicos da Divisão de Controle de Endemias – DCE,
insistem em alertar, que para combater a doença, o mal tem ser cortado
pela raiz, ou seja, impedir que o mosquito nasça. E para isso, é
necessário que a população adote permanentemente as seguintes medidas:
manter a frente da rua e os quintais limpos; manter as fossas vedadas;
evitar depósitos de água no quintal e corrigir calhas com água
armazenada. Informa ainda o boletim, que o município de Jaru até a
data de 18 de janeiro do corrente ano, foi o município que mais
registrou casos da doença, num total de 2.633. Neste mês de fevereiro,
ate a presente data, foram registradas 129 notificações da doença,
contra 502 registradas em janeiro próximo passado. Mesmo confirmando
uma baixa da doença; torna-se importante lembrar que o período chuvoso
pode avançar até o mês de maio, implicando assim, ser fundamental que
os cuidados com os criadouros do mosquito sejam redobrados. Razões
pelas quais, aponta a população como a principal arma de combate dessa
doença.