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O Município teve início no final do século XIX com a
construção,
do
depósito do seringal Santos Dumont, pertencente a firma CENSE & CIA, que
se instalou as margens do rio,habitado pelos bravos índios Iarú,
(nome que deriva de yari, canoa pequena; ou de yar, de y, que significa
rio, e yar, canoas, ou seja,rio das canoas). O qual mais tarde receberia o
nome de rio Jaru em homenagem aos mesmos,que tinha o domínio e ocupavam
uma extensa área que se estendia desde o rio Jaru,afluente da margem
esquerda do rio Ji-paraná ate as margens do alto rio Madeira.
Por volta de 1912 o Sr. Ricardo
Cantanhede, arrendatário do deposito do seringal Santos Dumont, passou a
dinamizar a exploração de borracha naquela região. O local chamava-se
“Deposito Santos Dumont “ o primeiro nome de Jaru.
No ano de 1917 o cel. Candido Mariano
da Silva Rondon instalou uma estação telegráfica (pela comissão Mato
grosso/Amazonas ) nas margens do rio denominado Jaru.
A ocupação do vale rio
Jaru ocorreu apartir de 1975,com instalação do projeto integrado de
colonização “ Padre Adolpho Rohl “, pelo Incra para assentados e colonos
oriundos principalmente das regiões Centro Sul do país.
O seu
desenvolvimento demográfico e econômico resultou, através do decreto n°
81.272 de 30 de Janeiro de 1978, com o nome de Jaru,a localidade foi
tranformada em distrito do município de Ariquemes.
O município sem alteração do nome foi criado pela lei n° 6.921, de 16 de
Junho 1981,com áreas desmembradas dos municípios de Ariquemes e Ji-paraná.
DESBRAVADOR MARECHAL CANDIDO MARIANO DA SILVA RONDON
Candido Rondon foi o maior desbravador do Estado de
Rondônia, sendo que este nome foi escolhido em homenagem a ele.
Foi
nomeado chefe do distrito telegráfico e designado para a comissão da
construção da linha telegráfica Mato grosso/ Amazônia onde teve que abrir
caminhos, desbravando terras,lançando linhas telegráficas,fazendo
mapeamento dos terrenos e principalmente estabelecendo relações cordiais
com os índios, entre eles co a tribo de índios Jaru e Ariquemes.
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Entre 1900 e 1906 dirigiu a
construção dalinha telegráfica entre Cuiabá e Corumbá alcançando as
fronteiras de Paraguai e Bolívia.
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Em 1906encontrou as ruínas do
Real Forte do Príncipe da Beira, localizado a margem direita do rio
Guaporé, atual guajará – Mirim, no município de Costa Marques, esta
fortaleza é considerada uma das maiores edificadas pela engenharia Militar
Portuguesa no Brasil Colônia.É considerada a maior relíquia e o maior
patrimônio histórico do Estado de Rondônia e um forte ponto turístico que
atraem centenas de turistas em busca de conhecimento e aventura.
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Em 1907, no posto de major do
Corpo de Engenheiros Militares foi nomeado chefe da comissão que deveria
construir linha telegráfica de Cuiabá a Santo Antonio do Madeira, a
primeira da região amazônica que foi denominada Comissão Rondon. Seus
trabalhos se desenvolveram de 1907 à 1915. Nessa época estava sendo
construída a ferrovia Madeira Mamoré, que juntos ajudaram a ocupar a
região atual do Estado de Rondônia.
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Em 1914, a Comissão
Rondon,construí 372 km de linhas e mais cinco estações telegráficas.
Em Maio de 1956, Juarez Távora escreveu
sobre o reconhecimento pelas obras de Marechal Rondon e o intitulou como
um bravo pioneiro.


Fonte: IBGE,WIKIPEDIA adaptado por Jaru
online.
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